Blog RDB Roberto Borba
Jornalista profissional 626/SC. Atua na crônica de Joinville desde 1975
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Futebol

Craque Feito em Casa

Publicado em 06/01/2021 11h31 - Atualizado há 3 semanas - de leitura
Na foto, da esquerda para direita: Lico Antonio Nunes, saudoso Veneza, Mario Parucker, Baía, Djalma e Jorge Cancelier. / Foto: RDB

Até o ano de 1969 os investimentos para ver o América forte e vencedores deram a Kurt Meinert mais ônus do que bônus. Gastou bem mais do que poderia e o Galo joinvilense não conseguiu passar para atingir o topo do pódio do futebol catarinense. Paralelo a quantidade de jogadores em final de carreira que apareciam no estádio da rua Edgar Schneider, a dupla o técnico Cocada (David da Graça) e o diretor Mário Dias não se cansavam em revelar talentos e ter uma supremacia nas disputas da categoria juvenil.

A temporada de 1970 aniquilou por completo as finanças do time rubro. Foram toneladas de contratações e os resultados não apareciam. A consciência e o bom senso foram retomadas em 1971, com a preparação de um time que tinha as peças certas em todas as posições e até com reposições. Junto também veio a oportunidade para os pratas da casa, além de apostas em verdadeiros desconhecidos.

Lico, Jorge Cancelier e Paulo Roberto vieram do sul catarinense para serem avaliados no expressinho. De Araquari, o atacante Tonho passou a ser profissional após aparecer no amador do 7 de Setembro. Enquanto Veneza (Antônio Fidélis), mesmo ainda desconhecido, ganhou a preferência para estar no time titular como meia armador.

A safra produzida por Cocada e Mário Dias tinha nomes para quase todos os setores do time e todos com a base familiar na cidade. O goleiro foi um dos únicos que preferiu seguir outros caminhos e foi ser médico. José Carlos Cassou preferiu a medicina, deixando a chance para os próximos goleiros do juvenil tivessem a chance de estar entre os profissionais, como foram os casos de Maninho (Evilásio dos Santos Júnior) e Serjão.

Lateral direito Djalma, zagueiro e lateral Nelinho, e os atacantes Mario Parucker e Baía foram outros nomes que vieram das categorias de base para os profissionais do América. Uma safra que garantiu o sonhado título de 1971. Nos anos seguintes, sem o mesmo folego financeiro, Kurt Meinert literalmente puxou o freio até deixar o clube.

Fonte: RDB

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